6 razões para conhecer Colonia, no Uruguai

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Caminhar por Colonia é uma viagem ao passado. Foto: Lucila Runnacles

Para quem viaja desde Buenos Aires, a pequena Colonia, é como se fosse o cartão de visita do Uruguai, a primeira cidade do país vizinho. A apenas uma hora de barco da capital argentina, Colonia del Sacramento é o oposto da cidade portenha no quesito agito. Esse pequeno lugar oferece um clima de muito sossego, além de belezas arquitetônicas, que deram à cidade o título de Patrimônio Mundial Cultural.

Para um fim de semana sossegado, onde o único objetivo é caminhar sem pressa, tirar belas fotos e se perder no tempo, Colonia del Sacramento é o lugar. E aí vão as minhas 6 razões para te convencer disso:

1. Bela arquitetura

Portugueses e espanhóis disputaram a cidade durante vários anos e isso deixou um legado arquitetônico fantástico. A Calle de los Suspiros, com suas casas originais, é um desses exemplos. Alguns dizem que ela recebeu esse nome, por conta das prostitutas que moravam ali e dos gemidos que se ouviam durante a noite. Passe por lá e sinta-se como numa paisagem de quadro antigo.

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A calle de los Suspiros, um dos pontos mais visitados de Colonia. Foto: Lucila Runnacles

2. Lindas vistas

Ao lado da Praça Maior estão as ruínas do convento São Francisco e o farol de Colonia, ponto de visita obrigatória. Suba e veja, de uma altura de 26 metros, boa parte do centro histórico e do Rio da Prata. Um ótimo lugar com lindas vistas, principalmente ao atardecer.

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Do farol se tem uma bela vista do centro histórico. Foto: Lucila Runnacles

3. Delicioso chivito

Experimente um dos pratos típicos do país, o chivito; sanduíche de carne bem fininho com tomate, alface, bacon e ovo frito, uma delícia. E se quiser uma refeição ainda mais autentica, acompanhe o sanduíche com tannat, uma variedade de uva que se planta no Uruguai e resulta num vinho tinto encorpado e forte.

chivito uruguaio
O chivito é um dos pratos típicos do Uruguai. Foto: Lucila Runnacles

4. Praça de touros

Visite a Praça de Touros, no bairro El Real de San Carlos, fora do centro histórico. Fundado em 1910, o imponente edifício dá uma ideia da magnitude das celebrações que se faziam por lá. Hoje, a praça está fechada, mas dá para tirar fotos do lado de fora. E quem quiser ver um pouco mais, quando estive lá, uma das partes do arame estava aberta, dava para passar por baixo e entrar na praça.

Plaza de toros Colonia
A Praça de Touros de Colonia está abandonada. Foto: Lucila Runnacles

5. Curta o por do sol

Ao atardecer, não perca o magnífico por do sol, na Baía de Colonia, no pequeno atracadouro de iates. Sente nos bancos do deck, relaxe e aproveite esse momento mágico quando o sol beija o rio.

Porto de iates
Reserve um tempo para sentar aí e aprecie um belo pôr do sol. Foto: Lucila Runnacles

6. Tome muito chimarrão

E não vá embora sem antes provar um autêntico chimarrão. Os uruguaios levam essa tradição a sério, eles não largam o kit do mate nem para sair de casa. Vi muita gente passeando com a garrafa térmica e a cuia pelas ruas, sentados nas praças e até nas filas do banco. Me contaram que por conta dessa paixão desenfreada pelo chimarrão, as autoridades tiveram que proibir a bebida dentro dos ônibus, para evitar acidentes com a água quente. Eles são tão fanáticos, que tem gente que diz que o consumo de erva-mate no país é maior que o de todas as marcas de refrigerante juntas.

Aprenda a preparar um chimarrão perfeito!

chimarrao
Apredendo a fazer um bom chimarrão com o chef Proinsias Landauer. 

Serviço: Se for visitar Colonia desde Buenos Aires, estas são as empresas que fazem o trajeto de ferry; Buquebus, Colonia Express e SeaCat. Desde Montevidéu, a distância é de 177 quilômetros, pela estrada. O trajeto de ônibus de Colonia a Montevidéu é de 2h30. Mais informações, Rodoviária Tres Cruces.

Viajei a Colonia a convite do Hotel Sheraton para participar de um Blog Trip junto com outros blogueiros. Se quiser saber mais sobre essa aventura, leia este outro post.

2 Comments

  • Aaaahhh Colonia é tão linda e fica tão pertinho de Buenos Aires que eu deveria ir uma vez ao ano, pelo menos 🙂 Vale mesmo a pena conhecer esse cantinho uruguaio, nem que seja numa excursão de bate e volta!! Abraços!

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